POPULISMO E EDUCAÇÃO
Criticamos a Bolívia pelas atos populistas de Evo Morales, mas nosso senado segue em uma linha muito parecida. O projeto de lei do senador Paulo Paim (PT) que reserva 15% das vagas em cursos de graduação para a população carente, com descontos de até 80% dos valores das anuidades, somada à nefanda lei do calote, que engessa os educandários em relação à inadimplência resultará em um sistema destruidor da estrutura educacional particular, tão duramente construída neste País.
O governo não pode estabelecer ações unilaterais populistas, transferindo para a iniciativa privada as suas responsabilidades.