As manifestações de alunos de algumas instituições de ensino, contrários à reestruturação das IES da rede privada, que passam a efetivamente utilizar os 20% da carga-horária de seus cursos através da modalidade EaD (autorizado pelo MEC), trazem à tona para a sociedade, questões que sempre fizeram parte das discussões dos pioneiros em EaD.
- Como culturalizar alunos, de maneira geral tão dependentes e passivos, para que entendam a viabilidade de desenvolverem-se de maneira mais independente através de metodologias não presenciais?
- Como inserir as ações nas instituições de ensino, sem ferir os direitos do aluno, considerando o contrato assinado no início do curso?
- Como utilizar as determinações do MEC (não só o EaD, mas também as preocupantes Atividades Complementares) sem distorcê-las para atender à demanda mercantilista de focar apenas a redução de custos. Como não cair nesta tentação?
Não tenho dúvidas que chegamos em um momento onde mais evidente ficarão as diferenças de competência e ética, entre as IES da rede privada desta nação.
Veja os links:
http://noticias.uol.com.br/educacao/ultnot/ult105u5760.jhtm
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL97005-5604,00.html