MIDIDÁTICA CONSULTORIA LTDA
O dia-a-dia de uma organização focada em aprendizagem!
Categoria: 06. Políticas Educacionais
Categorias: 06. Políticas Educacionais, 04. Educação Presencial
“A prefeitura do Rio se comprometeu a pagar até R$ 4,5 mil a estudantes da rede pública que obtiverem conceito muito bom (MB) nos últimos três anos do ensino fundamental. O decreto do prefeito Cesar Maia (DEM) que cria o chamado “mérito-escolar” foi publicado hoje, cinco meses após outra decisão polêmica, a ampliação do sistema de ciclos para toda a rede municipal, que hoje tem 750 mil alunos matriculados.”
Fonte: Estadão
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Dentre os variados desafios que se inserem na relação professor x aluno, AINDA não existia uma referência à interesses materiais diretos. O prefeito do Rio (Cesar Maia-DEM) acaba de inserir essa discussão em nosso meio.
Seguindo uma experiência ainda embrionária e polêmica nascida em terras americanas, por decreto do prefeito, o professor carioca agora é distribuidor de renda. Os processos avaliativos que em geral utilizamos não são e nunca foram um consenso em relação à sua eficácia educacional. Imaginemos agora como se dará em sala de aula as discussões sobre pontuação de atividades avaliativas. Como vai haver aluno chorando por 0,25 décimos. Ah meu Deus, como vai haver.
0,00025 pontos poderão valer 4,5 mil reais.
E a família? Irá para a porta da escola exigir a pontuação retirada do filho devido a um erro de ortografia? Ai meu Deus! E isso tudo em dos estados com os piores desempenhos nas avaliações sobre educação.
O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), entrou na briga e resolveu contestar. Acusam Cesar Maia de tentar impor “a ferro e fogo a aprovação automática, comprando a consciência da comunidade escolar com a bonificação.”
24/9/2007 às 21:44
Categorias: 06. Políticas Educacionais, 04. Educação Presencial
Muito nos preocupa a forma com o governo vem tratando a educação neste segundo mandato.
O Lula e o Haddad (ministro da educação) parecem viver sob uma ditadura estatística. O desejo de que ao final do mandato possam anunciar seus números gigantescos como vitórias, geram ações focadas exclusivamente na QUANTIDADE de escolas.
Parecem entender que escola é um sinônimo de prédio!
O governo se empenha em divulgar mais e mais ações megalômanas, que apresentam um tom assustadoramente focado no QUANTITATIVO.
A dúvida que fica é: Quando a QUALIDADE da educação irá fazer parte da agenda deste governo?
02/9/2007 às 14:57
Categorias: 06. Políticas Educacionais, 05. Educação à Distância, 04. Educação Presencial
Já havia acontecido com a Educação Presencial.
A ampliação desordenada da rede privada de ensino superior, gerou uma quantidade sem fim de instituições de fundo de quintal, onde os alunos (geralmente das classes C, D e E) são enganados com promessas (mesmo que veladas) de facilidades financeiras e didáticas, para que consigam o tão sonhado “canudo”.
Picaretagem pura! Banalização da educação!
Esta postura mercantilista é a mesma que faz com que na Educação à Distância (ferramenta tão interessante para esforços educacionais sérios) se transforme nisso. (Clique aqui para ler a notícia)
Nós da Mididática, que trabalhamos pela evolução e seriedade da EaD desde 1999, repudiamos essa postura e torcemos e lutamos para que o MEC não continue tratando a educação à distância como uma forma de viabilizar instituições falidas ou como uma maneira de aumentar estupidamente as “estatísticas” sobre os alunos com formação superior no País.
Fonte:

01/9/2007 às 15:36
Categorias: 06. Políticas Educacionais, 04. Educação Presencial
Criticamos a Bolívia pelas atos populistas de Evo Morales, mas nosso senado segue em uma linha muito parecida. O projeto de lei do senador Paulo Paim (PT) que reserva 15% das vagas em cursos de graduação para a população carente, com descontos de até 80% dos valores das anuidades, somada à nefanda lei do calote, que engessa os educandários em relação à inadimplência resultará em um sistema destruidor da estrutura educacional particular, tão duramente construída neste País.
O governo não pode estabelecer ações unilaterais populistas, transferindo para a iniciativa privada as suas responsabilidades.
03/5/2006 às 9:37